Por que motivo a filosofia predominante na utilização dos gráficos evoluiu num sentido tão oposto ao que é considerado por muitos as “boas práticas”?
Não tenho até agora uma resposta satisfatória. Há sempre o bode expiatório da Microsoft. A iliteracia gráfica/documental. A gestão do poder nas organizações. Tantas outras.
Parece-me divertido culpar a impression management, pelo menos nas áreas de marketing. Nada como 200 slides para causar uma impressão duradoura. O outro apresentou 250? Vamos só usar cores primárias para uma impressão mais forte. Não é suficiente? Vamos por os gráficos a saltar e a voar.
Para ser eficaz, um gráfico deve ser invisível. Mas se o nosso trabalho é invisível, alguma vez seremos promovidos?
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