No post de ontem insisti na necessidade de uma verdadeira gestão da informação, o que implica fazer escolhas sobre o que deve ser objecto de análise.
Disse nesse post que haveria formas de garantir a comparação entre todos os países. Foi o que tentei exemplificar no gráfico à esquerda. Repito o gráfico original abaixo para mais fácil confronto.
Já sublinhei várias vezes a importância de organizar os gráficos em função dos dados e não de uma ordenação exterior. O gráfico original da publicação ordenava os países alfabeticamente, dificultando a percepção das diferenças e semelhanças entre países. Este ordena os países pela taxa de mortalidade infantil no ano de partida, tornando clara a oposição entre o norte e o sul da Europa. Além disso, a evolução é evidente, não tem de ser pensada, a partir da avaliação dos marcadores das séries.
Como foi feito: a técnica é idêntica à do gráfico que publiquei ontem (um gráfico de dispersão no Excel, com tantas séries quantos países), embora tenha criado uma série fictícia para dispersar os países ao longo do eixo. Repare-se que as séries não necessitam de ser diferenciadas por cor ou marcadores, pelo que este formato funciona bem mesmo em impressão a preto e branco.
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